terça-feira, 13 de novembro de 2007

Como diria Gramsci:
“Odeio os indiferentes.
Quem verdadeiramente vive não pode deixar de ser cidadão e partidário.
A indiferença é o peso morto da história.
É a bala de chumbo para o inovador e a matéria inerte em que se afogam freqüentemente os entusiasmos mais esplendorosos, o fosso que circunda a velha cidade (...)
Peço contas a todos eles pela maneira como cumpriram a tarefa que a vida lhes impôs e impõe quotidianamente, do que fizeram e sobretudo do que não fizeram (...)
Sou militante, estou vivo, sinto nas consciências viris dos que estão comigo pulsar a atividade da cidade futura, que estamos a construir (...)”