
`Como era de costume temia de dúvidas ansiosas.
Nem por conta disso a alma pesava.
Era toda leve, pronta pra sair num sopro.
Fechava os olhos pra enxergar por dentro.
De fora, nina o tempo no colo.
Velho sábio, sorri.
Nata desconhecedora de princípios e fins.
A noite transpira estrelas, exausta, mas iluminada.
Em tudo, ponte para o agora.
O ontem não cabe em palavras bonitas.
Uma nova alma é o meu sustento.
Meu mar não cabe mais num buraquinho de areia.`
(Blog Quintal de Felicidades)
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