sábado, 12 de abril de 2008

Onde vamos parar??


Ouvi tantos absurdos durante meu estágio docente.
A Educação está capenga!!!
Capenga é pouco...
Frases que doíam até mesmo nos ouvidos dos surdos.
Tantos erros de português cometidos pelos próprios professores:
no lugar de seja,seje, de fotinho, fotinha, mim no lugar de eu...
Não gosto nem de lembrar dos horrores presenciados in loco!
Triste ver nossos filhos inseridos nessa dura realidade...
"A minha liberdade é o que me prende."
Eu sempre saio à rua como quem foge de casa.
Como se estivessem abertos
diante de mim todos os caminhos do mundo.
Não importa que os compromissos,
as obrigações estejam ali.
Cheguei de muito longe,
de alma aberta e coração cantando!!!
Mario Quintana

F...Utilidades

Começamos a arregaçar as mangas
pelo dia mais esperado do ano:
Niver da Juju...
Tema: Festa à Fantasia.
Vou de butterfly laranja,
escolhido pela dona da festa, que vai de odalisca.
E o mundo segue...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

LINDA

Linda gostava do seu nome.
Era a sua parte mais bonita.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Deu no Saia Justa de hoje

De olho nos garotões
Cresce no Brasil o número de uniões estáveis e casamentos
entre mulheres mais velhas e homens mais novos
EDNA DANTAS
Daryan Dornelles/ÉPOCA

Trocar uma de 40 por duas de 20' sempre foi comportamento típico dos homens que decidiam se divorciar na meia-idade.
A novidade é que as mulheres agora também se sentem liberadas para fazer o mesmo.
Um estudo feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que a cada ano cresce o número de mulheres que casam com parceiros mais novos - um comportamento até recentemente tido como tabu.
De acordo com dados do Censo de 2000, tabulados recentemente, a mulher é mais velha que o marido em um de cada cinco casamentos e uniões estáveis.
É uma nova tendência nos costumes - um aumento de 25% em 20 anos.
Em 1980, a mulher era mais velha em apenas 15% dos casamentos. 'Antigamente a mulher buscava a estabilidade acima de tudo e, por isso, procurava homens mais velhos, experientes, com a vida ganha', explica a demógrafa Nilza de Oliveira Martins, responsável pelo estudo do IBGE.
'Esses padrões mudaram. Hoje ela busca mais a felicidade.'
Cada vez menos a mulher procura no homem uma espécie de substituto do pai.
A antropóloga Mirian Goldenberg, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ),
vai mais longe:
'Em função da independência econômica da mulher, tudo mudou nas relações afetivo-sexuais. Por causa disso, surgiu uma série de novos desejos e novas exigências'.
Liberada emocional e financeiramente, a mulher deixou de procurar para parceiro ou marido homens que fossem meros provedores.
'Objetivamente, agora as mulheres têm mais opções. Elas se dão ao direito de escolher homens mais jovens e com menos educação que elas', diz a antropóloga.
Apesar da tendência que representam, os números do IBGE ainda não permitem que o olhar feminino desça muito próximo à base da pirâmide etária.
Segundo os dados oficiais, em 72,6% dessas uniões a diferença de idade entre mulheres e homens é de até cinco anos.
Em apenas 9,2% dos casos a diferença é de mais de dez anos.
Ou seja, apesar do avanço, o poder de escolha feminino ainda é limitado.
Basta dizer que, entre os homens que casam com mulheres mais novas, 16,1% ultrapassam a barreira dos dez anos de diferença em relação às parceiras.
'O preconceito por parte da própria mulher ainda é muito grande. Ela continua dando para a idade um peso muito maior do que dá a todas as suas outras conquistas', lamenta Mirian Goldenberg.
'Quando um homem ou uma mulher se casa com uma pessoa mais jovem, os dois têm mais coisas a oferecer um ao outro do que se fossem da mesma idade', afirma o psicanalista Luiz Alberto Py. 'Um parceiro mais velho traz experiência. O mais novo, energia. São trocas bastante interessantes', completa ele.

Mais Freire

"Sem a curiosidade que me move,
que me inquieta,
que me insere na busca,
não aprendo nem ensino".
" Há que se diminuir a distância entre o que se diz
e o que se faz,
de tal forma que num dado instante
a sua fala seja a sua prática!"
A mente do oprimido é hospedeira do opressor.
E daí depreende-se que esse é o papel da educação :
libertar a mente do oprimido
da figura do opressor para gerar a conscientização.
"As Pessoas Têm Medo de Mudanças
Eu tenho Medo Que As Coisa Nunca Mudem!"
"EDUCAÇÃO NÃO TRANSFORMA O MUNDO.
EDUCAÇÃO MUDA PESSOAS.
PESSOAS TRANSFORMAM O MUNDO"